O que mais cai em Português na AOCP? Conheça os 5 assuntos que merecem sua atenção

Você está estudando para um concurso organizado pelo Instituto AOCP e não sabe por onde começar em Língua Portuguesa?

Essa dúvida é mais comum do que parece.

O conteúdo de Português costuma ser extenso. São regras de gramática, interpretação de texto, pontuação, concordância, regência, crase e muitos outros assuntos.

Mas existe uma diferença enorme entre estudar todo o conteúdo sem direção e organizar sua preparação com base no perfil da banca.

Na aula Os 5 Pontos Mais Cobrados em Português — Instituto AOCP, a professora Larissa Ataíde apresenta um levantamento feito durante a preparação de materiais específicos para essa organizadora.

O objetivo é mostrar quais conteúdos de gramática merecem atenção especial na preparação para a AOCP.

Neste artigo, você vai descobrir:

  • Quais são os cinco assuntos destacados na aula.
  • Por que cada conteúdo é importante.
  • Como compreender as principais regras.
  • Quais erros evitar na prova.
  • Como organizar sua revisão de Português para o Instituto AOCP.

Se a AOCP é a banca do seu concurso, este guia vai ajudar você a estudar com mais direcionamento.

O que mais cai em Português no Instituto AOCP?

De acordo com o levantamento apresentado pela professora Larissa Ataíde na aula, os cinco conteúdos de gramática que merecem maior atenção são:

Prioridade apresentada na aulaConteúdo
1ºConjunções e relações entre orações
2ºPontuação, principalmente vírgula
3ºCrase e regência
4ºEstrutura e formação de palavras
5ºFunções do que, do se e do como

Essa ordem representa o levantamento didático apresentado na aula. A frequência de cobrança pode variar conforme o cargo, a escolaridade, o edital e a prova.

Por isso, use essa seleção para orientar seus estudos, sem abandonar os demais conteúdos previstos no seu edital.

Agora, vamos entender cada assunto.

1. Conjunções e relações entre orações

As conjunções aparecem em primeiro lugar no levantamento apresentado pela professora Larissa Ataíde.

E existe uma razão importante para isso: elas não apenas conectam partes de uma frase, mas também estabelecem relações de sentido.

Na aula, a professora utiliza uma comparação bastante didática.

Imagine que as palavras e as orações precisam de uma espécie de cola para se conectar.

As preposições e as conjunções podem exercer esse papel de ligação, mas as conjunções têm uma função especialmente importante na conexão entre orações.

Observe:

Estudei bastante, mas ainda preciso revisar alguns conteúdos.

A conjunção mas estabelece uma relação de oposição.

Agora veja:

Estudei bastante, portanto estou mais preparado para a prova.

Nesse caso, portanto introduz uma conclusão.

Percebeu?

A mudança do conectivo altera a relação de sentido entre as informações.

Conjunções coordenativas: quais são os principais tipos?

As conjunções coordenativas podem estabelecer diferentes relações semânticas.

TipoSentidoExemplos de conectivos
AditivaAdiçãoe, nem
AdversativaOposiçãomas, porém, contudo, todavia, entretanto
AlternativaAlternânciaou, ora… ora
ConclusivaConclusãoportanto, logo, por conseguinte
ExplicativaExplicaçãoporque, que, pois

É fundamental conhecer essas relações.

A professora Larissa Ataíde destaca na aula a importância de memorizar as tabelas de conjunções coordenativas e subordinativas e, depois, treinar sua aplicação.

Isso não significa apenas decorar palavras.

Significa reconhecer o sentido que cada conectivo produz no contexto.

Por que a AOCP cobra tanto o sentido das conjunções?

Um dos formatos de cobrança destacados na aula envolve a substituição de conectivos sem alteração de sentido.

Veja a diferença:

O candidato estudou, no entanto não conseguiu concluir a revisão.

A expressão no entanto tem valor adversativo.

Ela pode ser substituída, nesse contexto, por:

  • porém;
  • contudo;
  • todavia;
  • entretanto.

Mas não por portanto sem mudança de sentido.

Isso porque portanto é conclusivo, enquanto no entanto é adversativo.

A frase pode continuar gramaticalmente possível após a troca, mas a relação lógica entre as ideias será diferente.

Esse é um ponto essencial para a prova: uma substituição pode ser gramaticalmente aceitável e, ainda assim, alterar o sentido do texto.

Conjunções subordinativas também são importantes

Além das coordenativas, você precisa conhecer as conjunções subordinativas.

Entre as relações mais estudadas estão:

  • Causa: porque, já que, visto que.
  • Concessão: embora, ainda que, mesmo que.
  • Condição: se, caso, desde que.
  • Finalidade: para que, a fim de que.
  • Consequência: tão… que, tanto… que.
  • Proporção: à medida que, à proporção que.
  • Tempo: quando, enquanto, assim que.

Observe:

Embora estivesse cansado, continuou estudando.

A conjunção embora introduz uma ideia de concessão.

Já em:

Continuou estudando porque queria melhorar seu desempenho.

A conjunção porque introduz uma relação causal.

Essas distinções são importantes tanto para a gramática quanto para a interpretação de texto.

Veja também: conteúdos sobre conjunções no blog Português Para Passar.

2. Pontuação: principalmente o uso da vírgula

O segundo assunto destacado na aula é a pontuação, com atenção especial ao emprego da vírgula.

Esse conteúdo exige mais do que saber onde fazer uma pausa na leitura.

A pontuação está relacionada à estrutura sintática e à organização das informações.

Quando usar a vírgula?

Entre os principais usos da vírgula, estão:

Isolar o vocativo

O vocativo é utilizado para chamar ou interpelar alguém.

Exemplo:

Maria, revise o conteúdo antes da prova.

Isolar o aposto explicativo

O aposto explicativo acrescenta uma informação sobre um termo anterior.

Exemplo:

Larissa Ataíde, professora de Língua Portuguesa, explica o conteúdo de maneira didática.

Separar elementos de uma enumeração

Exemplo:

Estudei conjunções, pontuação, crase e regência.

Isolar determinadas expressões explicativas

Exemplo:

A revisão, ou seja, o retorno ao conteúdo estudado, é importante para a aprendizagem.

Marcar o deslocamento de termos

Exemplo:

Antes da prova, revise os assuntos mais importantes.

O emprego da vírgula deve ser analisado conforme a função sintática dos termos e a organização da frase.

Aposto e vocativo: não confunda

Na aula, a professora chama atenção para uma cobrança envolvendo o reconhecimento de termos isolados por vírgulas.

Por isso, vale reforçar uma diferença:

Aposto: explica, identifica ou especifica outro termo.

Vocativo: chama alguém ou dirige-se a um interlocutor.

Compare:

Carlos, meu irmão, passou no concurso.

A expressão meu irmão funciona como aposto explicativo.

Carlos, venha estudar comigo.

Agora, Carlos é um vocativo.

Embora os dois possam aparecer separados por vírgulas, suas funções são diferentes.

Dois-pontos: quando usar?

A professora também apresenta uma cobrança relacionada aos dois-pontos.

Esse sinal pode introduzir, entre outros elementos:

  • Uma explicação ou um esclarecimento.
  • Uma enumeração.
  • Uma fala ou citação.
  • Uma informação que desenvolve a ideia anterior.

Observe:

O candidato tinha uma missão: conquistar sua aprovação.

Os dois-pontos introduzem um esclarecimento sobre a missão mencionada.

Agora veja:

Separei três assuntos para revisar: conjunções, crase e pontuação.

Nesse caso, introduzem uma enumeração.

A função do sinal depende do contexto.

Veja também: artigos sobre vírgula e pontuação no Português Para Passar.

3. Crase e regência verbal

O terceiro ponto destacado na aula é crase e regência.

A professora Larissa Ataíde reforça uma ideia fundamental: para entender a crase, é preciso compreender a regência.

Isso acontece porque o acento grave frequentemente indica a fusão de uma preposição exigida por um termo anterior com um artigo feminino.

O que é crase?

A crase é a fusão de duas vogais a.

Uma ocorrência muito comum é:

Preposição a + artigo a = à

Observe:

O candidato teve acesso à plataforma de estudos.

Por que há crase?

Porque o substantivo acesso exige a preposição a nesse contexto.

Além disso, plataforma admite o artigo feminino a.

Portanto:

acesso a + a plataforma = acesso à plataforma

O acento grave indica essa fusão.

Regência verbal: por que estudar antes da crase?

A regência verbal trata da relação entre os verbos e seus complementos.

Alguns verbos exigem preposição em determinados sentidos.

Um exemplo trabalhado na aula é o verbo visar.

No sentido de almejar ou ter como objetivo, a regência tradicional emprega a preposição a.

Veja:

O projeto visa à melhoria dos serviços públicos.

Nesse exemplo:

  • Visa exige a preposição a, conforme a regência normativa adotada.
  • Melhoria admite o artigo feminino a.
  • O encontro desses dois elementos resulta em à.

Compare com:

O projeto visa a melhorar os serviços públicos.

Não há crase antes de melhorar, porque se trata de um verbo no infinitivo.

Essa comparação ajuda a entender por que não basta olhar para a palavra seguinte: é preciso analisar toda a construção.

Quando não ocorre crase?

Entre as situações mais importantes, estão:

Antes de verbo

Exemplo:

Começou a estudar cedo.

Antes de palavra masculina, em construções comuns

Exemplo:

O candidato fez referência ao edital.

Aqui, ocorre a combinação a + o = ao, e não crase.

Diante de um substantivo plural precedido apenas de a

Exemplo:

O projeto se refere a medidas preventivas.

Não há artigo feminino plural as antes de medidas. O a presente é apenas preposição.

Compare:

O projeto se refere às medidas preventivas previstas no edital.

Agora, há preposição a e artigo as, formando às.

Como identificar a crase com mais segurança?

Uma estratégia útil é observar a regência e verificar se o termo seguinte admite artigo feminino.

Em construções adequadas, a substituição por uma expressão masculina equivalente também pode ajudar.

Compare:

Referiu-se à proposta.

Referiu-se ao projeto.

A presença de ao na construção masculina ajuda a confirmar a fusão de preposição e artigo na feminina.

Esse teste não resolve todos os casos, mas pode ser bastante útil.

Veja também: conteúdos sobre crase no blog Português Para Passar.

4. Estrutura e formação de palavras

O quarto conteúdo destacado na aula é estrutura e formação de palavras.

E aqui existe uma distinção que merece atenção.

A professora Larissa Ataíde explica que estudar apenas os processos de formação não é suficiente.

Também é necessário conhecer os elementos que compõem as palavras.

O que é estrutura das palavras?

A estrutura das palavras envolve o reconhecimento de seus elementos constitutivos, chamados morfemas.

Entre os elementos estudados estão:

  • Radical.
  • Prefixo.
  • Sufixo.
  • Vogal temática.
  • Desinências.
  • Vogais e consoantes de ligação.

Observe:

Desleal

A palavra apresenta o prefixo des- associado a leal.

Nesse caso, o prefixo expressa uma ideia de negação.

Desleal = não leal.

Mas atenção: um mesmo prefixo pode apresentar valores semânticos diferentes conforme a palavra.

O prefixo des- sempre significa negação?

Não.

Esse é um dos pontos mais interessantes abordados na aula.

Compare:

Desigual

A palavra expressa a ideia de algo que não é igual.

Desleal

Expressa a ideia de alguém que não é leal.

Descontaminação

Refere-se ao processo de remover ou reverter uma contaminação.

Nesse último caso, o prefixo está associado à ideia de reversão ou retirada, e não simplesmente à ausência de contaminação.

Por isso, a análise do prefixo precisa considerar o significado da palavra completa.

O que é formação de palavras?

A formação de palavras estuda os processos pelos quais novas palavras são criadas.

Entre os principais processos estão:

Derivação prefixal

Acréscimo de prefixo.

Exemplo: infeliz.

Derivação sufixal

Acréscimo de sufixo.

Exemplo: felizmente.

Derivação prefixal e sufixal

Acréscimo de prefixo e sufixo, sem que ambos sejam obrigatórios para a existência da palavra.

Exemplo: infelizmente.

Derivação parassintética

Acréscimo simultâneo de prefixo e sufixo, necessários à formação da palavra.

Exemplo: anoitecer.

Composição por justaposição

União de elementos sem perda significativa de sua forma.

Exemplo: passatempo.

Composição por aglutinação

União de elementos com alteração fonética ou gráfica.

Exemplo: planalto.

Como estudar esse assunto para a AOCP?

O principal cuidado é não confundir duas análises:

Estrutura: quais elementos formam a palavra?

Formação: por qual processo a palavra foi criada?

Além disso, é importante observar o valor semântico dos prefixos e sufixos.

Na aula, a professora destaca justamente a necessidade de identificar o sentido do morfema antes de analisar as alternativas de uma prova.

Veja também: conteúdos sobre formação de palavras no Português Para Passar.

5. Funções do que, do se e do como

O quinto ponto apresentado na aula envolve as funções das palavras que, se e como.

Essas palavras merecem atenção porque podem exercer funções diferentes conforme o contexto.

Não basta identificar a palavra isoladamente.

É preciso compreender sua função na frase.

Funções do que: conjunção integrante ou pronome relativo?

A professora Larissa Ataíde dá destaque especial à diferença entre conjunção integrante e pronome relativo.

Observe:

A professora explicou que a revisão é importante.

Nesse caso, que é uma conjunção integrante.

Uma estratégia apresentada na aula é substituir toda a oração introduzida por que pela palavra isso.

Veja:

A professora explicou isso.

A substituição funciona porque a oração que a revisão é importante exerce uma função substantiva na construção.

Agora compare:

O material que comprei é completo.

Nesse caso, que é um pronome relativo.

Ele retoma o substantivo material.

Podemos observar essa relação na paráfrase:

O material o qual comprei é completo.

A construção com o qual é possível e ajuda a identificar a função relativa.

Como reconhecer a conjunção integrante?

Uma dica prática é verificar se a oração introduzida por que pode ser substituída por isso.

Exemplo:

Espero que você consiga sua aprovação.

Espero isso.

A oração introduzida por que funciona como complemento do verbo esperar.

Entretanto, o teste precisa ser aplicado à oração completa, não apenas à palavra que.

Como reconhecer o pronome relativo?

O pronome relativo retoma um termo anterior e introduz uma oração que o caracteriza ou restringe.

Exemplo:

Os alunos que revisam o conteúdo identificam melhor suas dificuldades.

O pronome que retoma os alunos.

Em muitos contextos, ele pode ser substituído por o qual, a qual, os quais ou as quais, respeitando a concordância e a regência.

Quais são as funções do se?

A palavra se também pode exercer funções diferentes.

Veja algumas das mais importantes:

Conjunção condicional

Se você estudar com constância, terá uma preparação mais organizada.

Nesse caso, se introduz uma condição.

Conjunção integrante

Não sei se o edital será publicado amanhã.

A oração se o edital será publicado amanhã completa o sentido do verbo saber.

Pronome apassivador

Vendem-se livros.

A construção equivale a:

Livros são vendidos.

Índice de indeterminação do sujeito

Precisa-se de profissionais qualificados.

Nesse caso, o sujeito é indeterminado.

Essas funções mostram por que a classificação depende da estrutura da frase.

Quais são as funções do como?

A palavra como também pode apresentar diferentes valores.

Conjunção comparativa

Ele estuda como o irmão estuda.

O termo introduz uma comparação.

Conjunção causal

Como estava cansado, decidiu descansar.

Nesse contexto, como equivale a já que ou visto que.

Conjunção conformativa

Fiz a revisão como a professora orientou.

A ideia é de conformidade: conforme a professora orientou.

Advérbio interrogativo

Como você organiza sua rotina de estudos?

Aqui, a palavra introduz uma pergunta sobre o modo.

Na preparação para concursos, o mais importante é observar o papel desempenhado pela palavra no contexto.

A aula da professora apresenta esse quinto grupo como uma prioridade de revisão, com explicação mais detalhada sobre o que.

Como estudar Português para o Instituto AOCP?

Agora que você conhece os cinco assuntos destacados na aula, precisa transformar essa informação em uma estratégia de estudo.

A professora Larissa Ataíde reforça a importância de estudar a teoria e treinar as habilidades cobradas pela banca.

Uma boa preparação pode ser organizada em três etapas.

Primeiro: aprenda a teoria

Antes de tentar reconhecer o padrão de cobrança, compreenda as regras.

Estude os conceitos, observe os exemplos e organize os assuntos que ainda geram dúvidas.

No caso das conjunções, por exemplo, conhecer os valores semânticos é indispensável.

Segundo: revise por assunto

Evite estudar um conteúdo apenas uma vez.

Retorne aos temas e faça revisões direcionadas.

Você pode começar pelos cinco assuntos apresentados neste artigo e adaptar a ordem às suas dificuldades e ao edital.

Terceiro: conheça o estilo da banca

A aula destaca a importância de estudar com materiais organizados por habilidades.

Isso permite identificar quais tipos de análise aparecem com frequência e quais pontos exigem maior atenção.

Também é importante ler cuidadosamente os enunciados.

Expressões como “sem alteração de sentido”, “corretamente” e “exceto” mudam aquilo que a questão está solicitando.

A atenção ao comando faz parte da preparação.

Materiais de Português para concursos: por onde começar?

Se você deseja aprofundar sua preparação, a professora Larissa Ataíde apresenta, na aula, a proposta de estudar com conteúdos teóricos e materiais de treinamento organizados por habilidades.

Entre os materiais mencionados estão a apostila de conteúdo do Português Para Passar e os cadernos de treinamento voltados a bancas específicas.

Na aula, também é apresentado um caderno direcionado ao Instituto AOCP, com questões de gramática e interpretação de texto comentadas.

Como a aula menciona condições de lançamento e pré-venda que podem ter mudado, é importante consultar a página oficial para verificar quais materiais estão disponíveis atualmente.

Conheça os cursos e materiais da professora Larissa Ataíde.

Você também pode acompanhar as aulas gratuitas no canal da professora Larissa Ataíde no YouTube.

Perguntas frequentes sobre Português no Instituto AOCP

O que mais cai em Português na AOCP?

No levantamento apresentado pela professora Larissa Ataíde, os cinco assuntos de gramática destacados são conjunções e relações entre orações, pontuação, crase e regência, estrutura e formação de palavras e funções do que, do se e do como.

A distribuição dos conteúdos pode variar de uma prova para outra.

A AOCP cobra muita interpretação de texto?

A interpretação de texto faz parte da preparação de Língua Portuguesa e deve ser estudada conforme o edital.

A aula utilizada como base para este artigo concentra-se nos cinco assuntos de gramática, não em um ranking de conteúdos de interpretação textual.

Como estudar conjunções para a AOCP?

Comece pelas conjunções coordenativas e subordinativas.

Depois, aprenda a reconhecer as relações de sentido, como adição, oposição, conclusão, causa, condição e concessão.

A compreensão dessas relações ajuda a avaliar substituições de conectivos em textos.

A AOCP cobra crase e regência juntas?

A aula apresenta crase e regência como um mesmo grupo de estudo prioritário.

Essa associação faz sentido porque a identificação da crase frequentemente depende da regência do termo anterior e da presença de artigo no termo seguinte.

Qual é a melhor maneira de estudar Português para concursos da AOCP?

Uma estratégia é combinar estudo teórico, revisão e treinamento direcionado ao perfil da banca.

Além disso, o edital do seu concurso deve orientar a seleção final dos conteúdos.

Conclusão: organize seus estudos e prepare-se melhor para a AOCP

Estudar Português para concursos não precisa ser uma sequência interminável de regras desconectadas.

Quando você entende o perfil da banca e identifica os conteúdos que merecem atenção, consegue organizar melhor sua preparação.

Na aula da professora Larissa Ataíde, os cinco pontos destacados para o Instituto AOCP são:

  1. Conjunções e relações entre orações.
  2. Pontuação, principalmente vírgula.
  3. Crase e regência.
  4. Estrutura e formação de palavras.
  5. Funções do que, do se e do como.

Use esses assuntos como prioridades de revisão, sem deixar de considerar o conteúdo programático do seu edital.

Quer continuar estudando com explicações didáticas e materiais voltados à preparação para concursos?

Acesse os cursos e materiais do Português Para Passar e conheça as opções de estudo da professora Larissa Ataíde.

E, para acompanhar a explicação que deu origem a este artigo, assista à aula completa:

Os 5 Pontos Mais Cobrados em Português — Instituto AOCP | Professora Larissa Ataíde.


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