Você que vai enfrentar um concurso com a banca IDECAN em 2025 já deve ter ouvido: “essa banca adora surpreender!” E não é exagero.
A IDECAN, especialmente em português, é famosa por cobrar desde os temas mais clássicos até aquelas minúcias que muita gente deixa de lado — e, acredite, é justamente aí que ela pega!
Se você quer ser aprovado, precisa ir além do básico. Não adianta apenas decorar regras: é preciso entender, raciocinar, saber o porquê das coisas, e — acima de tudo — praticar! E é exatamente esse o propósito deste artigo: te mostrar como se preparar para a banca IDECAN em português de forma estratégica, prática e, claro, com explicações que só quem já ajudou milhares de alunos sabe dar.
Neste artigo, você vai aprender:
- Como estudar português do jeito certo para a IDECAN
- Quais são os conteúdos mais recorrentes
- O que priorizar na reta final
- Pegadinhas que reprovam muitos candidatos
- Macetes, exemplos inéditos e estratégias para cada tipo de questão
E tudo isso explicado como se você estivesse comigo em sala!
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1. O Jeito IDECAN de Cobrar Português
Quem já fez prova dessa banca sabe: a IDECAN adora provocar o candidato.
Ela costuma trazer questões contextualizadas, mas com alternativas que exigem conhecimento técnico e atenção a detalhes. Não basta ler rápido; é preciso analisar palavra por palavra, expressão por expressão.
Duas características se destacam:
- Cobrança de conteúdos “esquecidos” (como formação de palavras, fonética e valor do “que” em contextos variados)
- Exemplos contextualizados que testam a capacidade do candidato de entender o funcionamento da língua, e não só decorar conceitos.
Se você busca segurança, precisa construir uma base sólida — e para isso, nada melhor que conhecer o estilo da banca e se antecipar!
2. O Que Mais Cai em Português na IDECAN?
Agora vamos ao que interessa: os tópicos que você precisa dominar.
Se liga na explicação de cada ponto, com exemplos e dicas do jeito que você já conhece!
2.1. “QUE”: Um Verdadeiro Camaleão
A palavra “que” pode ser várias coisas na língua portuguesa — e a IDECAN adora brincar com isso.
Você vai encontrar o “que” funcionando como pronome relativo, conjunção integrante, consecutiva, explicativa… Por isso, aprenda de vez a diferenciar!
Macete para a vida:
- Se você consegue trocar o “que” por o qual/a qual/os quais/as quais?
👉 Ele é pronome relativo.
Ex: “Os livros que comprei.” → Os livros os quais comprei. - Se ele traz ideia de intensidade (tanto que, tão que, tamanho que…)?
👉 É conjunção consecutiva.
Ex: “Ele estudou tanto que passou.” - Se o “que” pode ser retirado e a frase ainda faz sentido?
👉 É partícula de realce (expressão expletiva).
Ex: “É o professor que ensina.” → “O professor ensina.” - Se pode ser trocado por “isso”?
👉 Conjunção integrante.
Ex: “Espero que você passe.” → “Espero isso.”
Resumo para não esquecer:
“QUE” é como aquela peça coringa: observe o contexto, faça a substituição e classifique com segurança!
2.2. Formação de Palavras: Derivação e Composição
A IDECAN ama explorar esse conteúdo! E, olha, muita gente erra por achar que é só decorar prefixo e sufixo.
Você precisa ir além: entender como a palavra é construída.
Como raciocinar:
- Se ao tirar o prefixo ou sufixo a palavra ainda existe, trata-se de derivação prefixal ou sufixal.
- Se ao tirar um ou outro, ambos existem: prefixal e sufixal.
- Se não existe nem sem prefixo, nem sem sufixo?
👉 Derivação parassintética. - Se a palavra é formada por duas outras sem perder nenhuma letra, temos composição por justaposição.
- Se perde letra na junção, é composição por aglutinação.
Exemplo inédito:
- Deslealmente → tire “des”: “lealmente” (existe); tire “mente”: “desleal” (existe).
👉 Derivação prefixal e sufixal. - Abençoar: tire “a”: “bençoar” (não existe); tire “ar”: “abenço” (não existe).
👉 Parassíntese.
Quadro-resumo para revisar:
| Processo | Exemplo | Como analisar? |
|---|---|---|
| Prefixal | impróprio | Prefixo + radical |
| Sufixal | bondade | Radical + sufixo |
| Prefixal e sufixal | deslealmente | Tire ambos, palavra existe |
| Parassintética | amanhecer | Tire ambos, não existe |
| Composição justa | passatempo | Junção, sem perda de letra |
| Composição agluti. | planalto | Junção, perde letra |
2.3. Classes Gramaticais: Vai Cair, Prepare-se!
É batata: IDECAN cobra classe das palavras.
E o detalhe aqui é saber analisar termo por termo, mesmo dentro de locuções.
Explicação didática:
- Se dá para colocar um artigo (“o”, “a”) antes, é substantivo.
- O cuidado, a esperança, o verde
- Se caracteriza um substantivo, é adjetivo.
- A casa amarela
- Se for uma expressão que caracteriza, mas é formada por duas palavras (ex: “de madeira”), é locução adjetiva.
- Mesa de vidro (locução adjetiva)
Pegadinha clássica:
- “Blusa de seda” “De seda” não é adjetivo, é locução adjetiva!
Se a banca destacar só “seda”, aí sim é substantivo.
2.4. Fonética, Dígrafos e Encontros
Nem sempre o pessoal gosta desse assunto, mas quem não estuda fonética corre sério risco.
A IDECAN pode cobrar desde dígrafos até encontros consonantais e ditongos.
Explicação no estilo “cola para prova”:
- Dígrafo = duas letras, um som.
- Exemplos: rr (carro), ss (passo), ch (chave), nh (ninho), lh (milho), qu (quando U não é pronunciado: “quilo”)
- Encontro consonantal = consoantes juntas, cada uma com seu som.
- Exemplo: pr (prato), cl (claro)
- Ditongo = encontro de vogal com semivogal (ou vice-versa), mesma sílaba.
- Exemplo: pai, cai, série
Dica de professora:
Faça listas de palavras comuns e pratique separar sílabas, identificar dígrafos e ditongos. Isso aumenta muito seu desempenho!
2.5. Pegadinhas Com Pronomes Demonstrativos
Preste atenção especial quando aparecer “o que”, “a que”, “os que”, “as que”.
Normalmente, a banca quer saber se você reconhece que o “o”, “a” são pronomes demonstrativos.
Teste simples:
- Troque por “aquele”, “aquela”, “aqueles”, “aquelas”.
Exemplo:
“Vi o que você fez.” → Vi aquilo que você fez.
Se funcionar, acertou: “o” é pronome demonstrativo, “que” é pronome relativo.
3. Estratégias Para Estudo Eficiente
Agora, veja meu passo a passo para quem quer garantir os pontos em português com a IDECAN:
- Monte um caderno de resumos próprios. Não adianta copiar: escreva com suas palavras, como se fosse explicar para um colega.
- Treine o “olhar técnico”. Ao fazer exercícios, analise por que errou — nunca só anote o gabarito.
- Simule a banca IDECAN. Separe questões por tema e resolva como se estivesse na prova.
- Revisite fonética e morfologia. Não pule esses temas, porque fazem a diferença entre a aprovação e a reprovação!
- Pratique locuções e classificação de palavras. Dê atenção ao que é destacado nas alternativas, pois a banca sempre muda o “foco” (palavra isolada ou locução).
- Faça flashcards com macetes e quadros-resumo. Revise toda semana para fixar.
4. Exemplos Inéditos e Comentados
Exemplo 1:
“Comprei os livros que sugeriu.”
- O “que” pode ser substituído por “os quais”?
Comprei os livros os quais sugeriu.
👉 Sim! Então é pronome relativo.
Exemplo 2:
“Ele foi tão bem que passou em primeiro.”
- Perceba a intensidade: “tão bem que…”
👉 Conjunção consecutiva.
Exemplo 3:
“É a professora que corrige as provas.”
- Se retirar “é que”, a frase faz sentido?
“A professora corrige as provas.”
👉 Expressão de realce (expletiva).
Exemplo 4:
“Desnecessariamente”
- Tire “des”: “necessariamente” existe.
- Tire “mente”: “desnecessário” existe.
👉 Derivação prefixal e sufixal.
Exemplo 5:
“Garrafa de alumínio”
- “De alumínio” caracteriza o substantivo “garrafa”: locução adjetiva.
- Se a banca pedir a classe da palavra “alumínio” isoladamente: substantivo.
5. Resumo dos Assuntos Mais Valiosos
Se você quer um roteiro certeiro de revisão para a IDECAN, preste atenção nestes pontos:
- Valores e classificações do “que” (relativo, integrante, consecutivo, expletivo)
- Formação de palavras (todos os processos)
- Classe das palavras e locuções adjetivas
- Dígrafos, encontros consonantais e vocálicos
- Pronomes demonstrativos antes do “que”
- Análise morfológica x análise sintática
6. Links e Recursos Para Você Avançar
Backlinks internos:
- Dúvidas frequentes de português para concursos
- Tudo sobre fonética e morfologia para concursos
- Aprofunde seus estudos com nossos cursos
7. Conclusão
Dominar português para a banca IDECAN não é questão de sorte — é estratégia e preparação inteligente.
Lembre-se: mais importante do que decorar regras é entender os conceitos, reconhecer padrões e treinar com exemplos reais.
Com dedicação, foco e as dicas certas, você transforma o medo da IDECAN em pontos valiosos rumo à aprovação!
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