Se você está estudando para concursos públicos, sabe que as questões de língua portuguesa podem ser decisivas para sua aprovação. Muitos candidatos são eliminados por erros que poderiam ser facilmente evitados com um estudo direcionado. Por isso, selecionei — com base nas explicações da professora Larissa Ataíde — as 9 questões de português que você não pode errar de jeito nenhum!
Prepare-se para revisar pontos fundamentais da gramática, entender porque essas questões são recorrentes e aprender, de uma vez por todas, como resolvê-las. E claro: ao longo do artigo, você encontrará recomendações de materiais e aulas da professora Larissa Ataíde para aprofundar ainda mais seus estudos.
1. Mudanças do Acordo Ortográfico: Palavras que Perderam o Acento
Questão clássica: Muitas provas cobram as alterações ortográficas trazidas pelo último acordo ortográfico, principalmente a queda de acentos em certas palavras.
Exemplo de prova:
A palavra “assembleia” é grafada sem acento agudo. Quais outros vocábulos também perderam o acento após o acordo ortográfico?
Explicação:
O acordo ortográfico aboliu o acento em paroxítonas com ditongo aberto ei e oi:
- assembleia, geleia, europeia, estoico
Essas palavras, antes acentuadas, não recebem mais o acento.
Atenção: Palavras oxítonas com ditongo aberto, como herói, continuam acentuadas. Palavras como juízes (com iato tônico) permanecem com acento.
Resumo prático:
- Paroxítonas com ei/oi (assembleia, geleia) perderam o acento.
- Oxítonas com ei/oi (herói) continuam acentuadas.
- Iato tônico (juízes) mantém o acento.
2. Uso do Hífen: Casos que Mudaram Após o Acordo
Questão típica:
O termo “pós-graduação” está escrito corretamente conforme o acordo ortográfico? E “paraquedas” deve ser escrito com ou sem hífen?
Explicação:
- Pós-graduação: mantém o hífen (prefixo terminado em S seguido de palavra iniciada por consoante diferente de S ou vogal).
- Paraquedas: perdeu o hífen e o acento em “para” (do verbo parar), pois não há mais necessidade do acento diferencial. Assim, o correto é paraquedas.
Dica:
Sempre consulte a última versão do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP).
3. Prefixos de Negação: Identifique o Valor do Prefixo
Questão exemplo:
No termo “inseguro”, o que significa o prefixo “in-”?
Explicação:
O prefixo in- indica negação, formando o oposto da palavra original. Assim, “inseguro” é aquele que não é seguro.
Dica rápida:
Prefixos como in-, im-, ir- geralmente indicam negação.
4. Tempos Verbais: Identificação em Frases
Questão típica de banca:
No trecho “estava concluindo o curso de Letras e acabara de publicar meu primeiro livro”, o verbo “acabara” está conjugado em qual tempo verbal?
Explicação:
O verbo está no pretérito mais-que-perfeito do indicativo. Terminações como -ara, -era, -ira na 1ª pessoa do singular normalmente indicam esse tempo verbal.
Resumindo:
- Eu amava (pretérito imperfeito)
- Eu amara (pretérito mais-que-perfeito)
- Eu amarei (futuro do presente)
- Eu amaria (futuro do pretérito)
5. Análise Sintática: Função de Palavras Destacadas
Questão recorrente:
“Contava a história de um pai e um filho moribundo.” O vocábulo “moribundo” exerce qual função?
Explicação:
A palavra “moribundo” caracteriza “filho”, funcionando como adjetivo (palavra variável que pode ir para o plural: filhos moribundos).
6. Vocativo: Expressão de Chamamento
Questão clássica:
No trecho “Bom dia, professor!”, a palavra destacada é classificada como?
Explicação:
“Professor” é usado como vocativo, expressão de chamamento. Não é sujeito, nem aposto ou interjeição.
Dica:
- Vocativo é sempre separado por vírgula e serve para chamar, invocar ou se dirigir a alguém.
7. Uso dos Porquês: Diferenças Fundamentais
Questão exemplo:
O trecho “A grande questão é por que isso acontece” está correto?
Explicação:
Neste caso, “por que” está correto porque indica o motivo da ocorrência, funcionando como “por qual razão”.
- “Por que” (separado e sem acento): usado em perguntas diretas ou indiretas.
- “Porquê” (junto e com acento): usado como substantivo, normalmente precedido de artigo (“o porquê”).
8. Sujeito Oculto (ou Desinencial): Identifique na Oração
Questão de prova:
No trecho “Preparei aulas”, qual o sujeito da oração?
Explicação:
O sujeito é oculto (ou desinencial): “eu preparei”. O pronome não está explícito, mas o verbo indica quem pratica a ação.
9. Oração x Frase: O Que é Oração?
Questão de definição:
Qual destas opções é uma oração?
A) Eu escrevo.
B) Meu melhor conto.
C) Os choques.
Explicação:
Só é oração se houver verbo. Portanto, “Eu escrevo.” é oração. Os demais são frases nominais, pois não possuem verbo.
Como Gabaritar Essas Questões: Estratégias de Estudo
- Resolva questões diariamente: A professora Larissa Ataíde recomenda que você treine, no mínimo, 10 questões por dia.
- Revise os tópicos abordados acima antes de cada simulado ou prova.
- Assista aulas específicas para reforçar pontos fracos.
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Conclusão
Dominar português para concursos exige prática e atenção aos detalhes. Estas 9 questões representam os pontos mais cobrados e, frequentemente, os mais negligenciados pelos candidatos. Ao estudar por exemplos, revisar conceitos e resolver questões, você elimina suas principais chances de erro.
Não perca tempo:
- Resolva exercícios diariamente.
- Assista às aulas da professora Larissa Ataíde.
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